“... As que estavam apercebidas entraram com ele para as
bodas; e fechou-se a porta.”
(Mateus 25 : 10)
(Diferente das
virgens prudentes), vive-se hoje como se Cristo não fosse voltar, como se não
houvesse nada com que se preocupar, nada além de si mesmo, nada além dos interesses
ditos espirituais: “qual a próxima bênção
que devo “conquistar”?”.
As virgens loucas,
do qual Jesus mencionou na parábola, tinham todo o direito de participarem do
banquete, mas ao chegar o momento de desfrutar do mesmo, faltou-lhes o
principal: o azeite.
Enquanto vivermos
preocupados com o cumprimento das nossas vontades, com o mantimento das nossas
máscaras, com a luz do momento, e com a unção de ontem, não sairemos da
superficialidade espiritual. Cristo não virá
buscar os desapercebidos, que “acham” que estão em Sua vontade, mas que na
verdade não esperam por Ele.
Não subirão os que estão na igreja (virgens) mas, aqueles que são igreja, que amam e
esperam por sua maravilhosa vinda (lâmpada acesa e cheia de azeite)... A unção de ontem não
me serve mais, é preciso abastecer-me de azeite todos os dias, “... enchei-vos do Espírito” (Ef 5:18) e
“Não apagueis o Espírito”(1Ts 5:19) .
Encher-se do Espírito nada mais é do que estar em contraste com o paradigma
deste mundo, em contraste comigo mesmo, é olhar para minhas vontades e perceber
que são minúsculas se comparadas à Glória vindoura, se comparadas ao contato
que terei com o próprio Cristo, aquele que nos encherá de Sua plenitude. Dele,
por Ele e para Ele são absolutamente todas as coisas. Aquele que esteve na
fundação do mundo, e que estará quando tudo findar. É preciso amar Sua
vinda mais do que aquilo que ele possa me oferecer nesta terra.
Sem o Espírito
não mais.